FIDI, uma das melhores empresas para se trabalhar

FIDI é eleita uma das melhores empresas para se trabalhar na área da saúde pelo GPTW.

Única fundação premiada entre as empresas de saúde, companhia é destaque na categoria medicina diagnóstica.

A FIDI – Fundação Instituto de Pesquisa de Diagnóstico por Imagem, responsável de gerenciamento de sistemas de diagnóstico por imagem na rede pública de saúde, foi considerada uma das melhores empresas para se trabalhar na área da saúde de acordo com o Great Place to Work (GPTW) 2019, um dos mais importantes reconhecimentos do setor de Recursos Humanos. A premiação, que aconteceu no último dia 16 na cidade de São Paulo, elencou a FIDI de São Caetano em 4º lugar na classificação de companhias de medicina diagnóstica. O ranking completo pode ser conferido neste link.

Esta é a 6ª edição das Melhores Empresas para Trabalhar – Saúde, que, neste ano, avaliou mais de 160 companhias, sendo que apenas 70 delas foram homenageadas. O GPTW é uma das premiações mais relevantes do mundo na categoria de trabalho, ajudando a transformar o ambiente profissional em um local que aproveite o melhor das pessoas. Somente este ano, já impactou mais de 2 milhões de funcionários. A FIDI se destacou como a única Fundação vencedora do Prêmio entre as empresas de saúde, que tem como participantes grandes empresas de diversos setores. “Temos orgulho do reconhecimento dos nossos funcionários e nos esforçamos diariamente para que o trabalho seja executado da melhor forma possível”, comenta Marcelo Cunha, CEO da FIDI.

Para elaborar o ranking, são avaliados pontos como o cuidado com o colaborador, políticas de gestão de pessoas e benefícios, valorização do capital intelectual e desenvolvimento humano. “A conquista é resultado do esforço de toda a equipe da FIDI, que, com muita parceria e dedicação, aprimorou o significado de um bom trabalho em equipe”, finaliza Marcelo.

A FIDI está presente em quatro hospitais em São Caetano: CAISM, Complexo Marcia e Maria Braido, Albert Sabin e Hospital São Caetano do Sul. A tecnologia faz parte de oito unidades públicas de São Paulo.

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